sábado, 12 de setembro de 2009

Pensamentos passageiros

Hoje sozinha no meu quarto, eu estava pensando em algumas coisas relacionadas a minha vida amorosa. Pensei até quando um namoro consegue durar, quando ele pode começar, e como tudo acontece tão rápido, ou tãaaao devagar.
É tão estranho falar da vida amorosa de uma pessoa, ainda mais quando se trata de nós mesmos, cara, é muito... sei lá... é diferente, logo nós uma sociedade tão detalhista e acusadora que fala dos outros e aponta os erros dos outros com tanta facilidade, não conseguimos nem ao menos nos "analisar"!
Acredito que para o amor não exista uma fórmula, uma regra. Acho que varia de pessoa pra pessoa, de situação para situação. É complicado demais. Não digo amor em geral, digo amor entre homem e mulher.
Acho muito interessante que o amor não seja uma coisa plana, alienada, com formas, regras, sempre igual. Gosto disso, mesmo. Afinal, eu não gostaria de ter mais uma coisa na minha vida com regras, porque já basta escola, família, igreja, deveres, química e física; deixa que o amor não tenha regras e que aconteça naturalmente, por mais que seja dificil.
Gosto muito de poder saber que diferente de todas as coisas em que são nossos deveres, o amor seja simples, e ao mesmo tempo tão complicado. Gosto também dos mistérios, das surpresas! Pense bem: Ninguém gostaria de ter um amor que soubesse oque iria acontecer amanhã, e depois de amanhã, e depois de depois de amanhã, e depois de depois de depois de amanhã. Pelo menos eu não gostaria. Acredito que ninguém no mundo iria gostar de namorar com alguém sabendo oque vai acontecer. Porque se não de valem as topadas? os tapas na bunda? as merdas? as burradas?Adoro, adoro isso tudo, estranho né?! Mas é, eu adoro, ainda mais quando sabemos que estamos t o t a l m e n t e ferrados, aí que eu gosto mesmo. Porque é dessa forma que se aprende, é com os erros que se passa a acertar, é com as merdas que se passa a fazer o certo. E é por isso que eu adoro, porque com cada burrada, eu dou um passo a frente na experiência, na maturidade.
Todos deveriam ser assim, muito dizem ser assim, mas não são, e eu sei que não são. Até eu posso não ser, quem sabe.
A melhor forma de saber, é num fim de namoro, ou no fim de uma situação boa que se torna ruim. Meu Deus, a pessoa se lamenta, chora, sofre, se acaba... A TOA.
Como já dizia o sábio Raul Seixas (por mais que não tenha sido um filósofo, por minhas razões, acredito que tinha capacidade e poderia ter sido, ou melhor, pra mim, foi) Enfim, como dizia ele em uma musica, bem triste, sua: "Você chora quando tem fome, mas logo vem uma mamadeira; Amanhã se você chorar, vai chorar tua vida inteira" No contexto dessa múscia não diz oque eu quero dizer nesse post, não se encaixa nesse assunto que estou narrando, mas este trecho de música em sí, dá pra relatar um pouco do meu pensamento.
Assim como diz esse trecho, acho que não adianta chorar, ou se lamentar, nunca, nunca mesmo. Porque de que vale isso? de que vale o choro? Se agirmos dessa maneira seremos só mais uma mateiga neste mundo, muito mais vale uma atitude, do que um choro, que não mudará nada.
Por isso, sei que não vale a pena perder tempo pensando, chorando e tentando saber oque vai acontecer daqui a um minuto. Porque vai acontecer e não precisamos nos preocupar com isso!

Pense um pouco mais ;)

Nenhum comentário:

Postar um comentário